O Monte Dos Vendavais Pdf Merge

O monte dos vendavais pdf merge

Tu, que foste a vestal dos sonhos d'ouro, O anjo-tutelar dos meus anelos, Estende sobre mim as asas brancas. Muito gelo, meu Deus, crestou-me as galas!

O monte dos vendavais pdf merge

Muito vento do sul varreu-me as flores! Agosto 20 - Debalde eu olho e procuro Falta a luz do lar paterno Doce e terno, Doce e terno para mim. Tem tantas belezas, tantas, A minha terra natal, Que nem as sonha um poeta E nem as canta um mortal! Se eu tenho de morrer na flor dos anos, Meu Deus!

foeppel.pdf

Rosa murcha. No lar. Segue depois seu caminho Mas vai calado e sozinho Porque sua alma ficou! Morena, ai! Nas horas ardentes do pino do dia Aos bosques corri; E qual linda imagem dos castos amores, Dormindo e sonhando cercada de flores Nos bosques a vi!

Corpus Hermeticum - De Hermes Trismegistro

Dormia e sonhava - no sonho de amores. Dormia e sonhava - de manso cheguei-me Sem leve rumor; Pendi-me tremendo e qual fraco vagido, Qual sopro da brisa, baixinho ao ouvido Falei-lhe de amor!

The great north walk book

Beijou-me - a sonhar! Acalentei-te o sono, Porque me deixas p'ra viver no sul?! Era o vosso, Senhor! Da tarde morta o murmurar se cala Ante a prece infantil, que sobe e voa Fresca e serena qual perfume doce Das frescas rosas de gentil coroa. As doces falas de tua alma santa Valem mais do que eu valho oh! Eu vi-a lacrimosa sobre as pedras Rojar-se essa mulher que a dor ferira! Eu me lembro! Que furor insano!

E doce e bela no tapiz das flores Melhor perfume a violeta exala. Por ventura te esqueceste Quando de amor me perdeste Num sorrir? E depois, se eu te repito Que nesse instante maldito - Sem querer - Arrastado por magia Mil torrentes de poesia Fui beber!

Eram uns olhos escuros Muito belos, muito puros, Como os teus! Juro falar-te a verdade Foi decerto - sem vontade - Que eu pequei! Sabe ainda ser clemente, Perdoa um erro inocente Minha flor! Mata-me sim Espera: - inclina essa fronte Meu Deus! Talvez que diga, recordando tarde O doce anelo do feliz cantor: - "Meu Deus! Trememos de medo Seu seio nevado de amor se intumesce Quem sabe?

Mas refletindo comigo Talvez nem tanto te amara!

Anexo:Imprimir/As Primaveras

Quem dera Que sintas! Eu triste Vi tudo! Na valsa Cansaste; Ficaste Prostrada, Turbada! Porque deixas, caprichosa, Porque deixas tu a rosa E vais beijar o jasmim? Porque deixas, caprichosa, Porque deixas tu a rosa E vais beijar o jasmim?! Sem pena deixas a rosa E vais beijar outras flores; Esqueces os que te amam Por isso todos te chamam: - Borboleta dos amores!

Quando tu choras, meu amor, teu rosto Brilha formoso com mais doce encanto, E as leves sombras de infantil desgosto Tornam mais belo o cristalino pranto.

O monte dos vendavais pdf merge

Chora, meu anjo, - beberei teu pranto! Toldando a fronte que de amor seduz!

Much more than documents.

Vem reclinar-te, como a flor pendida, Sobre este peito cuja voz calei: Pede-me um beijo IV Se tu, oh linda, em chama igual te abrasas, Oh! A borboleta travessa Vive de sol e de flores. Em que cismas, poeta? Nos sonhos d'alma que te lembra? E a mente a folhear os dias idos Que nome te recorda agora?

Tenda wireless router w268r manual

Diz-me, meu louco, o que mais tinhas? E se, teimosa, rejeitando a lira, A fronte virgem para ti pendida, Dum beijo a paga te pedisse altiva O que lhe davas, meu poeta? No celeste devaneio, No doce bater do seio, Que sonhas virgem? E quando a mente delira, E quando o peito suspira, Suspira o peito - por quem? Feliz oh! Nunca ouviste a voz da flauta, A dor do nauta Suspirando no alto mar?

Como tremias oh! Como eras linda, querida, Quando d'amor suspiravas Naquela encantada aurora!

O Morro dos Ventos Uivantes 1998 - LEGENDADO pelo aluno L. Tiozzo

Se eu fosse amado! Se um rosto virgem Doce vertigem Me desse n'alma Turbando a calma Que me enlanguece! Uma noite, meu Deus, que noite aquela!

'+relatedpoststitle+'

Eu olhei, ela olhou Agora como um louco eu fito as turbas Sempre a ver se descubro a face linda Minh'alma sem te ver louca suspira! Olho e vejo Por ti! No teu sorriso embebido Deixei meu sonho querido Por ti! I Quanto eu te fujo e me desvio cauto Da luz de fogo que te cerca, oh! A labareda que se enrosca ao tronco Torrara a planta qual queimara o galho, E a pobre nunca reviver pudera Chovesse embora paternal orvalho!

O monte dos vendavais pdf merge

II Ai! Diz: - que seria da pureza d'anjo, Das vestes alvas, do candor das asas? No fogo vivo eu me abrasara inteiro! Eu te diria: - desfolhou-a o vento!

Biografia de charles darwin pdf free

I Choraste?! Choraste, pomba adorada? E fui covarde e fui vil!

Uploaded by

Ninon, Ninon, que fais tu de la vie? L'heure s'enfuit, le jour succede au jour.

O monte dos vendavais pdf merge

Quando a terra sorri-se e o mar suspira Por que te banha o rosto essa amargura?! O mundo! Nada perturba a paz serena e doce Que as rolas gozam no seu casto ninho.

O monte dos vendavais pdf merge

Que aromas doces! Cansada a terra adormeceu sorrindo Bem como a virgem no cair da sesta! Senhor, amai-a! Sua alma pura na novel vertigem Pede ao amor o seu futuro inteiro A mocidade, como a deusa antiga, Na fronte virgem lhe derrama flores Depois - de joelhos - eu direi sois justo, Senhor! Julgo ver sobre o mar sossegado Um navio nas sombras fugindo, E na popa esse rosto adorado Entre prantos p'ra mim se sorrindo! Compreendo esse amargo sorriso, Sobre as ondas correr eu quisera E depois Eu, pensativo, cismava Nalgum remoto desgosto, Avivado na tristeza Que a tarde tem, ao sol-posto, E ora mirava as nuvens, Ora fitava teu rosto.

O monte dos vendavais pdf merge

Tremeste como a tulipa Batida do vento frio Suspiraste como a folha Da brisa ao doce cicio Deixas amor - pelas galas, E vais ouvir pelas salas Essas douradas mentiras!